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Museu das Coisas Banais lança exposição sobre objetos de migrantes e refugiados

Com o tema “Uma coleção feita de afetos e distâncias: memória do refúgio e da migração em objetos”, o Museu das Coisas Banais inaugura, na próxima sexta-feira (21), sua mais nova exposição. A mostra  reúne objetos e fatos significativos das histórias de vida de quem se desloca pelo mundo e também de brasileiros que, ao entrar em contato com refugiados e imigrantes, tiveram suas vidas transformadas. 

Esta exposição, que tem a curadoria de Mônica Peralli Broti, inaugura uma nova fase do Museu das Coisas Banais, pois será uma coleção aberta, que crescerá com o tempo ao receber permanentemente objetos e histórias de pessoas refugiadas e migrantes. A coleção tem o Brasil como ponto de partida, mas visa traçar variados percursos, preservando lembranças e objetos de migrantes de todas as partes do mundo. O recolhimento dos objetos será feito a partir do dia 21, através do formulário disponível neste link.  

A exposição surge do compartilhamento da carta de Khaled Sharef, menino sírio que vive hoje no Brasil após deixar seu país de origem com a família. O objeto foi enviado por Mônica para o Museu de forma a integrar outra mostra, mas sua força e significado motivaram a criação dessa nova temática expositiva.

Também é a própria Mônica a curadora dessa nova exposição. Ela inaugura uma nova fase do Museu das Coisas Banais, pois será uma coleção aberta, que crescerá com o tempo ao receber permanentemente objetos e histórias de pessoas refugiadas e migrantes. A coleção tem o Brasil como ponto de partida, mas visa traçar variados percursos, preservando lembranças e objetos de migrantes de todas as partes do mundo. 

Para marcar o início da mostra, ocorrerá na sexta-feira (21), às 19h, uma roda de conversa online, pela plataforma Zoom. Esta será transmitida também pela página do Museu das Coisas Banais no Facebook. Já a visitação à exposição virtual pode ser realizada pelo site do Museu, disponível neste link.