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PREC promove Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul

Captura de tela inteira 18122013 113610A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, juntamente com a Secretaria Municipal de Cultura, promove nos dias entre sexta (20) e domingo (22) o programa “Democratizando” da 8ª edição da Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul, no Casarão 8 da Praça Coronel Pedro Osório. As sessões ocorrerão às 17h, para deficientes auditivos, e 19h. Até sexta-feira, deficientes visuais poderão agendar sessões com audiodescrição pelo telefone 3225-8255, ramal 205.

A 8ª edição da Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul é realizada pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, em parceria com o Ministério da Cultura. Serão exibidos 38 filmes por todo o território nacional, em um período iniciado em novembro e que se estende até domingo, divididos nas categorias: Mostra Competitiva de longas, médias e curtas, em que as plateias elegem os melhores filmes através de uma votação, Mostra Homenagem – Vladimir Carvalho e Mostra Cinema Indígena.

Os filmes, em formato digital, estão circulando pelas 27 capitais brasileiras e interior do País, alcançando mais de 600 pontos de exibição através de cineclubes, pontos de cultura, institutos federais de educação, museus, bibliotecas, sindicatos, associações de bairros, telecentros, entre outros.

Iniciada em dezembro de 2006, em alusão ao aniversário da Declaração dos Direitos Humanos, a 8ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul é uma produção da Universidade Federal Fluminense (UFF), através do Departamento de Cinema e Vídeo, com apoio da OEI, UNIC-RIO, CTAv, EBC e patrocínio da Petrobras e BNDES.

PROGRAMAÇÂO

SEXTA-FEIRA (20)

17h (sessão exibida com closed caption)

19h

Caixa d’água: Qui-lombo é esse?
Direção: Everlane Moraes
Brasil, 2012, 15’, documentário, livre.
O documentário relata, através de depoimentos de antigos moradores e de acervos fotográficos, a importância  no   âmbito  cultural  e  histórico do bairro Getúlio Vargas, localizado em Aracaju, capital de Sergipe. A ênfase é dada à cultura negra e à presença do negro escravo e seus descendentes, como resgate de assuntos relacionados à sua origem, oralidade, localização geográfica e consciência de sua identidade racial. Mostra que, apesar dessa comunidade existir em uma área urbana, ainda mantém muitos aspectos da vida em quilombo dos antigos negros escravos do Brasil.

Doméstica
Direção: Gabriel Mascaro
Brasil, 2012, 75’, documentário, livre.
Sete adolescentes assumem a missão de registrar por uma semana a sua empregada doméstica e entregar o material bruto para o diretor realizar um filme com essas imagens. Entre o choque da intimidade, as relações de poder e a performance do cotidiano,o filme lança um olhar contemporâneo sobre o trabalho doméstico no ambiente familiar e se transforma num potente ensaio sobre afeto e trabalho.

SÁBADO (21)

17h (sessão exibida com closed caption)

19h

Kátia
Direção: Carla Holanda
Brasil, 2012, 74′, documentário, livre.
O documentário conta a história da primeira transexual eleita para um cargo político no Brasil. Além de mostrar como José se transformou em Kátia Tapety, o filme apresenta a trajetória política da travesti piauiense que lidou com o preconceito do pai na infância, mas hoje é respeitada entre seus conterrâneos. Ela foi a vereadora mais votada de seu município por três vezes consecutivas e chegou à vice-prefeita da cidade de Colônia do Piauí, entre 2004 e 2008.

DOMINGO (22)

17h (sessão exibida com closed caption)

19h

Brasília segundo Feldman
Direção: Vladimir Carvalho.
Brasil, 1979, 21′, documentário, livre.
Material documental filmado pelo ‘designer’ americano Eugene Feldman, em visita a Brasília na época de sua construção: a precariedade da segurança dos trabalhadores em razão do ritmo acelerado das obras e depoimentos de pioneiros sobre as condições de vida dos candangos.

As hiper-mulheres
Direção: Takumã Kuikuro, Carlos Fausto, Leonardo Sette
Brasil, 2011, 80’, documentário, livre.
Temendo a morte da esposa idosa, um velho pede que seu sobrinho realize o Jamurikumalu, o maior ritual feminino do Alto Xingu (MT), para que ela possa cantar uma última vez. As mulheres do grupo começam os ensaios, enquanto a única cantora que de fato sabe todas as músicas se encontra gravemente doente. Premiado no festival de Gramado com os prêmios Especial do Júri e Melhor Montagem.

Publicado em 18/12/2013, em Eventos Culturais, Notícias. Marcado com as tags Cinema, Direitos Humanos, Mostra.