Mutirões de combate ao mosquito Aedes aegypti serão realizados em novembro
Em alusão ao Dia Nacional de Combate à Dengue, celebrado em 19 de novembro, a Comissão de Combate ao Mosquito Aedes aegypti da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) realizará novos mutirões. Além de visitação aos prédios da Universidade com a participação de agentes de endemias das secretarias municipais de Saúde de Pelotas e Capão do Leão, orientações serão oferecidas a servidores e funcionários terceirizados que atuam nas áreas de limpeza, manutenção e jardinagem, alguns dos principais “olheiros” no combate aos insetos.
A ideia é vistoriar as unidades da Universidade, eliminar possíveis focos e, principalmente, reforçar a conscientização.
As ações iniciam nesta quarta-feira (12), com mutirão no Campus Capão do Leão. No dia 17, haverá atividade na Faculdade de Medicina, Psicologia e Terapia Ocupacional. A visita aos prédios de Direito e Odontologia está marcada para o dia 26, junto a Centro de Artes, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Instituto de Ciências Humanas, Centro de Engenharias e Centro de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Humanas, Sociais, Sociais Aplicadas, Artes e Linguagem (Cehus).
No dia 28, será a vez do Campus Anglo e dos prédios do Complexo de Esporte, Saúde e Cultura – CESC (antiga AABB), Campus II, instalações do curso de Gestão Ambiental (antigo DNOS) e Agência de Desenvolvimento da Lagoa Mirim (ALM) enquanto Museu de Arte Leopoldo Gotuzzo (Malg), Museu de Ciências Ambientais Carlos Ritter, Museu do Doce e Escola Superior de Educação Física e Fisioterapia (Esef) serão visitados no dia 1º de dezembro.
Alerta
Até o fim de outubro deste ano, Pelotas já registrou 54 casos confirmados de dengue. Segundo a presidente da Comissão de Combate ao Mosquito na UFPel, Tânia Vieira, esse número acende um alerta importante: o mosquito Aedes aegypti continua presente na cidade e é preciso redobrar a atenção. “A prevenção é o caminho mais eficaz”, destaca, lembrando que é preciso atenção para evitar água parada — em vasos de plantas, garrafas, pneus, calhas ou caixas-d’água destampadas. “Qualquer pequeno acúmulo de água já é suficiente para o mosquito se reproduzir. Quando cada pessoa faz a sua parte, a gente protege não só os espaços da UFPel, mas toda a comunidade ao nosso redor”, salienta.
Cuidados
A Comissão destaca a importância da atenção para tudo que possa ser um possível depósito para as larvas do mosquito – tampas de garrafa, embalagens de comida e outros recipientes que, mesmo secos, são problemáticos, pois podem acumular água.
Com o aumento das chuvas no período do verão, há alta na proliferação do mosquito, que se reproduz em água limpa e parada. É importante limpar e verificar regularmente pontos que podem acumular água. Entre as medidas que devem ser adotadas estão esvaziar garrafas e mantê-las com a boca virada para baixo, limpar calhas, colocar areia nos pratos das plantas, tampar tonéis, lixeiras e caixas-d’água e colocar objetos, como pneus e lonas, abrigados da chuva, além de uso de telas em janelas e repelentes em áreas de transmissão reconhecida.
Comunique
Em caso de suspeita de locais dentro da UFPel que possam ser propícios ao mosquito, o comunicado pode ser feito à Superintendência de Infraestrutura pelo telefone (53) 3284-3910 (Seção de Manutenção dos Campi Pelotas), (53) 3275-7222 (Seção de Manutenção do Campus Capão do Leão) ou ainda pelo e-mail comissao.dengue@ufpel.edu.br. Para locais fora da estrutura da Universidade, a Prefeitura de Pelotas pode ser procurada, pelo telefone (53) 99708-2850 (WattsApp) ou e-mail aedes.sms@gmail.com.
*Com informações da Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde
