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SIEPE: Dicção e oratória para apresentação de trabalhos é tema de palestra

img_0958Dicção e oratória para apresentação de trabalhos foi tema de palestra na manhã desta quinta-feira (29) na SIEPE. Ministrada por Bruno Rotta Almeida, mestre e doutor em ciências criminais pela PUC RS e, professor assistente da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Pelotas, a palestra teve como o objetivo desmistificar alguns pontos que geram duvidas e nervosismo ao apresentar trabalhos.

O docente inicia sua fala afirmando não ser um excelente orador e sim alguém seguro de sua fala, e complementa: “talvez não seja a excelência que vocês que estão aqui procuram, e sim sentir-se mais seguros na sua oratória para apresentar trabalhos.”

Almeida afirma que uma boa comunicação traz diversos benefícios ao longo da trajetória acadêmica e também profissional. Logo ele fala da importância da dicção em apresentações, uma boa pronuncia sem cortar letras ou palavras em uma frase, faz com que haja uma compreensão, por parte do ouvinte, clara e rápida do assunto.

“Quando há nervosismo há adrenalina e isso muitas vezes faz com que a velocidade da fala seja alta e prejudique a dicção. Temos que cuidar para não ‘cuspir as palavras’ ou corta-las durante a fala em razão disso.” Afirma o docente, que ainda tranquiliza os ouvintes dizendo que o nervosismo algo normal, e por isso é necessário que haja um autoconhecimento para que seja possível enfrentar os desafios psicológicos que nos atormentam.

Outros pontos destacados pelo professor para uma boa apresentação foram a preparação, que consiste em estudar sobre o tema e saber sobre não ele não apenas memorizar e também na questão psicológica; a organização de ideias em tópicos essenciais para seguir, sempre pensando no tempo disponível de fala; treinamento que consiste em treinar sua fala anteriormente seguindo os tópicos. Hidratação, pontualidade, boa alimentação e descanso na véspera também foram pontos destacados.

Por fim ele destaca a importância da harmonia entre corpo – movimentos, expressões, gestos, contato visual -, Fala –ênfase e pausas em determinados momentos –,  e voz –controle do tom. E complementa que seguindo as dicas sugeridas para maior segurança o resultado é bastante benéfico pois “O medo não é falar em publico e sim falhar”, e com segurança a apresentação se torna mais fácil.

Publicado em 29/09/2016, em Notícias.